Na CENTER DOR você conta com profissionais médicos e fisioterapeutas especializados em Dor.

 

Você poderá vir em NOSSA CLÍNICA sem necessariamente ter um diagnóstico prévio ou ter passado por algum especialista. Ao entrar em contato conosco, você poderá realizar uma consulta com o médico e/ou com o fisioterapeuta que irão realizar avaliação completa para determinar o melhor tipo de tratamento para você.

Na CENTER DOR você conta com profissionais médicos e fisioterapeutas especializados em Dor, sendo nossa principal especialidade o tratamento e controle da dor. A especialidade Dor é reconhecida como área de atuação do médico e fisioterapeuta e exige o título de especialista, como nossos profissionais possuem.

Ao fazer a consulta conosco, você receberá o primeiro atendimento já para tratar, controlar e reduzir sua dor. Nesta mesma consulta, solicitaremos os exames necessários para o diagnóstico e se houver necessidade, também solicitamos a avaliação de outros especialistas para fechar seu diagnóstico.

O tratamento realizado na clínica CENTERDOR é individualizado uma vez que a dor é algo pessoal e depende do histórico de cada paciente. Para tratamento da dor, a clínica CENTERDOR conta com equipe multidisciplinar capacitada e extensa gama de serviços especializados, incluindo:

– Exercícios Terapêuticos
– Recursos Eletrotermofototerapicos;
– Terapia Manual;
– Estimulação Magnética Transcraniana;
– Infiltração muscular;
– Pilates;
– Acupuntura.

Aqui você receberá o acolhimento necessário para alcançar melhor qualidade de vida.

 

O que é dor crônica?

Todos nós sentimos dor. Porém a intensidade a forma e o impacto da dor dentro da vida de cada pessoa é individual e variável.

Vamos entender esse fenômeno?

A dor aguda, um pouco mais simples de se compreender dada a fácil identificação de um evento causador, já impõe desafios por já ser uma experiência subjetiva e única para cada indivíduo. Por exemplo, o nível de dor sentida muitas vezes não corresponde à extensão da lesão. A influência do contexto, aspectos emocionais e pessoais vão juntos determinar uma resposta comportamental à lesão ou a exposição ao risco de se lesionar.

Já a dor crônica é mais subjetiva e complexa. As dimensões comportamentais, psicológicas e sociais passam a desempenhar um peso maior sobre a experiência dolorosa agora crônica, com um período superior a 3 meses de duração. Crenças disfuncionais quanto aos seus sintomas, o medo relacionado ao movimento, passam a incorporar ao comportamento doloroso um ciclo de

DOR – MEDO – EVITAÇÃO – PERDA DE FUNÇÃO.

 

Quais são os fatores que determinam por que, após uma lesão semelhante, algumas pessoas experimentam dor persistente, e outras não?

  • Fatores psicológicos (Sintomas ansiosos, depressivos, somatização catastrofização) estão implicados como preditores na transição da dor aguda para crônica.
  • Crenças e atitudes disfuncionais a respeito do seu estado de saúde e seus sintomas
  • Comportamento de medo/evitação relacionado a atividade e ao movimento físico.
  • Estratégia pessoal de enfrentamento da dor
  • Envolvimento de ganhos secundários sociais envolvendo a dor.

 

Sintomas depressivos, por exemplo, podem atenuam a visão autodepreciativa de saúde e interferir no estabelecimento de vínculo terapêutico e expectativa de melhora frente a tratamentos; Sintomas ansiosos podem por exemplo, introduzir no cuidado desse paciente a hipervigilância sobre o seu estado de saúde e sintomas.

Além da neuroplasticidade semelhante observada entre a depressão e a dor crônica, a Sensibilização Central (amplificação crônica da resposta à agentes estressores no SNC) podem nos servir de exemplo para explicar patologias reconhecidas pelos aspectos somáticos envolvidos com a experiência dolorosa, são elas: Fibromialgia, Osteoartrite, Dor lombar inespecífica, Enxaqueca e Cefaléia tensional, Disfunções temporo-mandibulares, Síndrome do intestino (cólon) Irritável, Síndrome da bexiga hiperativa e em qualquer dor pós-traumática ou cirúrgica  persistente.

Recentes descobertas sobre o fenômeno da dor impõem novos desafios aos profissionais de saúde

O que a ciência diz ser eficaz no cuidado do paciente com dor?

  • Educação sobre dor. Apresentar ao paciente a neurofisiologia e os aspectos multidimensionais da dor com o objetivo de promover a reconceitualização dos seus sintomas e a compreensão os fatores modificáveis internos e externos no fenômeno doloroso.
  • A avaliação dos aspectos multidimensionais da dor; compreender o impacto dos aspectos psicossociais e comportamentais que envolvem o fenômeno doloroso de forma única para cada paciente.

Explorar atitudes e crenças disfuncionais ao redor da dor e do movimento, a autoeficácia no manejo dos sintomas de cada paciente; e o acesso por meio de questionários traduzidos e validados a sensibilização central e os sintomas ansiosos e depressivos

  • O cuidado centrado no paciente é fundamental no estabelecimento de metas e na tomada de decisões terapêuticas.

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